Ana Paula Ribeiro
IA Médica · Trilha 4 · Saúde ocupacional · Revisão do dia
Doutor, li as notas que você mandou na versão 03. O que eu tirei delas foi a manhã do médico do trabalho. Ele senta e já vê quem está agendado para hoje, quem está atrasado e o que ele pode assinar agora.
Como ler isso aqui. Primeiro o que eu entendi das suas notas. Depois três desenhos, ainda sem código por trás. No final, cinco perguntas. Você pode escrever em cada uma, ou apertar C e clicar em qualquer lugar da página para deixar um recado.
Você pediu foto, matrícula, cargo, a data do agendamento, uma nota do SESMT e um jeito de sinalizar alguém que precisa de um olhar extra. Isso faz sentido. O exame é sobre aquela pessoa, naquele cargo, naquele dia.
Você também pediu para a lista seguir a data do agendamento, com hoje primeiro e o caso atrasado mais antigo depois. O protótipo ainda ordena por quem chegou primeiro. A sua ordem é a ordem da clínica.
Eu li as sete caixas de contagem e a faixa da empresa de um jeito diferente. Elas me dizem que a tela ainda tem cara de protótipo. A gente vai arrumar isso no desenho. A gente não precisa copiar o rascunho quadrado por quadrado.
A máquina não reordena a fila. Você já falou que isso não cabe na saúde ocupacional. O médico do trabalho pode filtrar a lista. A IA não joga um caso para cima porque um valor está fora da referência.
Sinalizar um caso continua sendo um ato humano. O SESMT, o RH ou o médico do trabalho liga e desliga o alerta. Isso aparece no cartão. O dia não muda de ordem por causa disso.
A máquina tem dois estados. O médico do trabalho tem três. A IA só diz se um valor saiu da referência impressa no laudo. A aptidão só existe quando ele assina.
O ASO nasce como rascunho e só sai assinado. Em um caso normal o médico do trabalho consegue confirmar isso em quase um clique. Em um caso com alerta, o pacote é o mesmo. Ele decide.
Nada se move sozinho e nada trava sozinho. Se falta um exame, o sistema mostra o buraco. Esperar ou abrir uma exceção fica com o médico do trabalho.
O médico do trabalho entra e o dia já está montado. A busca serve para achar alguém pelo nome, pela matrícula ou pelo cargo. Não tem uma lista fechada de setores, porque cada empresa corta o chão de fábrica de um jeito.
Saúde ocupacional
Nota do sistema · terça, 18 de agosto
6 pessoas na lista de hoje. 3 prontas para o médico do trabalho confirmar. 2 esperando laudo. 1 sinalizada pelo SESMT.
Hoje · terça 18 de agosto
Ana Paula Ribeiro
Roberto Nunes
1 valor fora da faixa impressa no laudo. Aptidão continua com o médico.
Juliana Costa
Carlos Eduardo Lima
SESMT sinalizou: exposição a ruído acima do mapa. A audiometria ainda não chegou.
Fernanda Alves
Falta o retorno da clínica. Painel do cargo ainda incompleto.
Atrasados · os mais antigos primeiro
Paulo Henrique Dias
O que esse desenho deixa de fora. As sete caixas com o número 99, a fila por ordem de chegada e a máquina puxando o caso sinalizado para o topo. O Roberto Nunes, com um valor fora da referência impressa, fica no horário dele. O médico do trabalho decide se isso muda a aptidão.
Quando o painel está completo, o sistema já comparou cada valor com a referência impressa no laudo do próprio laboratório, já montou o rascunho do ASO e já deixou a etapa do exame clínico aberta como texto livre. O médico do trabalho lê, edita se quiser e assina. Ele não monta a ficha do zero.
O que a máquina leu nos laudos
Rascunho do ASO · o médico edita e assina
Sem achados fora da faixa impressa. Sem restrição funcional proposta. Aptidão só existe depois da assinatura do médico do trabalho.Exame clínico · texto livre do médico
Campo aberto. A IA não preenche isso. Depois ela só organiza o que o médico escrever.O clique único fica aqui, num caso normal que já está montado. O laudo original fica do lado. A máquina não emite um ASO sozinha.
Se o laudo não chegou, o sistema não convida o médico do trabalho a fechar o exame. Ele mostra o que falta e mantém a nota do SESMT no mesmo lugar. Pedir o exame que falta continua sendo um ato do médico do trabalho, no pedido complementar.
Painel do cargo e do ambiente
Recado do SESMT
Exposição a ruído acima do mapa. A audiometria deste periódico ainda não retornou da clínica.O que o sistema não faz
Não conclui o exame. Não bloqueia o médico. Não avisa a clínica sozinho. Se o atraso pedir uma decisão, essa decisão é do médico.A lista abre nos agendamentos de hoje. Os casos atrasados vêm depois, os mais antigos primeiro. Existem filtros, mas o médico do trabalho não precisa deles para começar o dia.
O sistema diz quantos estão prontos, quantos esperam um laudo e quantos o SESMT sinalizou. Os tipos de exame aparecem só como apoio, quando isso muda o dia.
O SESMT, o RH ou o médico do trabalho liga e desliga o alerta. Isso aparece no cartão. A lista não pula porque um valor está fora da referência.
Laudos lidos, a referência do próprio laboratório, ASO já escrito, exame clínico em texto livre. O médico do trabalho confirma ou edita. Ele não monta a ficha.
O médico do trabalho vê o que falta e a nota do SESMT. Ele pode pedir o exame. Ele não é levado a assinar um ASO incompleto como se o painel estivesse fechado.
Se esses cinco pontos estiverem certos, a gente monta. Se um estiver torto, é mais barato você riscar agora do que a gente colocar o erro no código.
Victor